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Controladoria investiga mortes de inocentes em abordagens da policia no Ceará


Domingo, 22 de julho de 2018
  Atualização: 04:38

A Delegacia de Assuntos Internos da Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos da Segurança Pública e do Sistema Penitenciário do Ceará (DAI/CGD) investiga casos de episódios de ações desastrosas da polícia militar. Policiais podem estar envolvidos na morte de pessoas, entre elas, crianças. Os casos estão sendo investigados pela Controladoria Geral de Disciplina.
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Um dos casos investigados diz respeito à morte do garoto José Isaac Santiago da Silva. Em abril de 2018, ele foi baleado por PMs que cercavam a residência onde morava a família do menino, na Rua Vitória da Conquista, no bairro Bom Jardim. A casa, localizada na Favela do Urubu, estaria servido de ponto de venda de drogas e esconderijo de armas e munição de bandidos de uma facção.

Na tentativa de prender uma tia do garoto, que seria integrante de uma facção criminoso, os PMs cercaram o local. Houve uma troca de tiros no local e o garoto acabou baleado e morto. A Perícia Forense do Estado (Pefoce) concluiu o laudo de exame balístico que comprovou que o tiro foi disparado por uma pistola de calibre Ponto 40 (.40) pertencente ao acervo da PM. O laudo foi anexado ao inquérito policial a ser encaminhado à Justiça.

Outro caso caso diz respeito à morte do jovem Wellington Matias de Sousa, de 33 anos, que foi atingido por um tiro durante uma perseguição policial na Avenida José Bastos, bairro Demócrito Rocha, em de maio de 2018. O rapaz dirigia seu veículo quando ficou na linha de fogo entre bandidos que fugiam em um carro roubado e policiais de uma patrulha da PM. Wellington foi atingido por uma bala que foi disparada de uma arma longa, provavelmente, uma carabina de calibre Ponto 40. O projétil penetrou na tampa do porta-malas, transfixou os bancos traseiro e dianteiro e atingiu as costas de Wellington, que morreu pouco tempo depois no Instituto Doutor José Frota (IJF-Centro).

Outro caso teve como vítima a administradora de empresas Gisele Távora Araújo, de 42 anos, também baleada por policiais militares na rua. O fato ocorreu em 2018, na Avenida Oliveira Paiva, no bairro Cidade dos Funcionários. Gisele dirigia seu veículo e estava na companhia da filha de 19 anos, quando o carro dela teria, supostamente, sido confundido por PMs com outro automóvel com as mesmas características, roubado na região.

A filha conta que a mãe não percebeu que estavam sendo seguidas pela Polícia. Policiais militares em motocicletas tentaram abordar o automóvel e um deles disparou vários tiros de uma arma de calibre Ponto 40 (0.40). Um dos disparos atingiu Gisele, que chegou a ser encaminhada ao hospital (IJF) e morreu horas depois. O policial responsável pelos disparos se apresentou à Polícia Civil e, depois, prestou depoimento na Controladoria Geral de Disciplina (CGD), que instaurou a apuração.

Os três episódios colocaram em xeque a formação dos policiais militares cearenses.

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