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Foto: Divulgação
                                                          
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Cresce número de ataques a carros-fortes no interior do Ceará


Segunda-feira, 23 de julho de 2018
  Atualização: 04:38

O Ceará registra uma média de um ataque a carro-forte por mês. Os assaltos seguidos de explosões dos blindados rendem aos criminosos milhões de reais, segundo uma fonte da Segurança Pública. Em 2018 um veículo da empresa Corpvs foi destruído no Município de Santa Quitéria (a 217Km de Fortaleza). Também em 2018, na BR-304, em Aracati, no Litoral Leste do estado, bandidos fortemente armados explodiram um blindado da empresa Brinks e levaram todo o dinheiro.

O grupo estava armado com fuzis e seria oriundo do Rio Grande do Norte (RN).
A abordagem ao veículo aconteceu na localidade conhecida como Cacimba Funda, na zona rural de Aracati, já próximo à divisa dos dois estados. 
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Também em 2018 na rodovia estadual CE-060, na altura da localidade de Catolé da Pista, na zona rural de Mombaça (a 293Km de Fortaleza) mais um carro-forte foi atacado pelos criminosos. Agindo de forma violenta, criminosos conseguiram parar um blindado da empresa Prosegur, forçaram a saída e fuga dos vigilantes e destruíram o veículo, roubando os malotes que estavam sendo transportados no cofre do caminhão. Informações extra-oficiais revelam que mais de R$ 1,5 milhão foram roubados.

Em 2018, em plena BR-222, na entrada da cidade de São Luís do Curu (a 79Km de Fortaleza), uma quadrilha explodiu mais um blindado da empresa Brinks. A ação foi violenta e interditou a estrada por várias horas. Também em 2018, em Santa Quitéria. Por medida de segurança, a empresa havia deslocado para a região dois carros-fortes. Ainda assim, os bandidos não se intimidaram e tentaram parar os dois veículos.

No entanto, a equipe de vigilantes de um deles conseguiu escapar da emboscada. O outro carro-forte acabou sendo cercado e seus ocupantes obrigados a deixar o veículo depois de desarmados. A explosão foi tão forte que o blindado da Corpvs ficou completamente destroçado.

A Polícia Civil, através da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) trabalha com a informação de que os bandos responsáveis pelos ataques são formados por bandidos de vários estados. São, portanto, quadrilhas interestaduais que, antes do assalto, fazem uma coleta de informações sobre datas e horários dos transportes dos valores, arregimentam armas de grosso calibre e artefatos explosivos e, dias ou horas antes do crime, roubam veículos potentes, geralmente caminhonetes 4x4 para a emboscada e fuga posterior.

O modo de agir é sempre o mesmo. Os ladrões perseguem os blindados nas estradas e forçam a parada, muitas vezes, colocando obstáculos na pista, inclusive caminhões. Ameaçam explodir o blindado após uma saraivada de tiros de fuzil, o que força os vigilantes a sair do carro e entregar as armas. O passo seguinte é a detonação dos explosivos e o roubo dos malotes. Na fuga, incendeiam carros nas estradas para impedir ou retardar a chegada das viaturas.  
  
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