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Foto: Divulgação
                                                          
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Por que pousos de asa-delta estão se tornando comum em Itatira?


Segunda-feira, 16 de abril de 2018   Atualização: 04:38

Os pousos de asa-delta estão se tornando comum em Itatira. Em 2014, um americano relizou um pouso de asa-delta na comunidade de Paquetas, no municipio de Itatira. De acordo com moradores, o americano sobrevoou a localidade de Paquetas e depois realizou o pouso dentro uma obra que está sendo realizada na localidade. O americano veio de Quixada e pousou na localidade de Paquetas, municipio de Itatira.
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O trajeto foi de aproximadamente 3horas e meia, estas distancias são pequenas pelas as grandes distancias já registradas em saltos realizados da rampa da Serra do Urucum, já foram registrados recordes onde os pilotos pousaram no estado do Piauí. O vôo é realizado pela A associação de Voo Livre do Sertão Central que todo final de semana realiza voos e recebe constantemente estrangeiros. O grupo de pilotos instrutores da Associação de Voo Livre do Sertão Central todo final de semana espera por aqueles que gostam de adrenalina durante os voos apreciando as belezas dos monólitos.

No mesmo ano, também em 2014, um morador da Bélgica também realizou um pouso no municipio de Itatira. O morador da Bélgica saiu de Quixadá por volta das 8h, na serra dos monólitos. Durante um voo destes ele saltou da terra dos monólitos para flutuar sobre o sertão cearense. O morador da Bélgica pousou na localidade de Mourão, por volta da 11h, na periferia do distrito de Lagoa do Mato.

Em 2016, um homem em uma asa-delta pousou na comunidade de Bandeira, na zona rural do municipio de Itatira. O aventureiro dos céus saiu de Quixadá ate a localidade na zona rural. Outras comunidades da região também avistaram a asa-delta. O piloto é de Portugal e sobrevoou varias comunidades ate pousar no distrito. Moradores da comunidade Timbaubá, no municipio de Itatira, também afirmam terem visto o vôo.

O pouso de asa-delta tem se tornando frequente porque os praticantes deste esporte saem de Quixada e acabam pousando em Itatira. A Asa-delta é um tipo de aeronave composta por tubos de alumínio, que proporcionam a sua rigidez estrutural, e uma vela feita de tecidos, que funciona como superfície que sofre forças aerodinâmicas, proporcionando a sustentação da asa-delta no ar.

A origem deste nome, Asa-Delta, deu-se pela semelhança da letra grega, que tem forma de triângulo, como o formato da asa desta aeronave. O recorde mundial de distância em asa-delta foi alcançado pelo piloto norte-americano Dustin Martin, no dia 4 de Julho de 2012.

Decolando rebocado por aeronave ultra-leve (aerotowing), pouco antes de dez horas da manhã, da remota cidade de Zapata (Texas, EUA), próximo à fronteira com o México e pousando às dezenove horas, nos arredores de Lubbock (Texas, EUA) para uma distância total em linha reta de 764 Km. Neste mesmo dia, John Durand Jr., piloto australiano, voou praticamente a mesma rota ao lado de Dustin Martin e, por ter pousado alguns minutos antes, obteve 761 Km, sendo detentor do recorde mundial durante poucos minutos.

O recorde anterior era de 700,6 Km executado pelo piloto austríaco Manfred RUHMER do mesmo local, em 2001. No Brasil a maior distância percorrida por uma asa-delta foi obtida pelo piloto brasiliense Eduardo Fernandes, em 15 de Outubro de 2013, decolando da cidade de Tacima (Paraíba) e pousando próximo à cidade de Santa Quitéria (Ceará) para uma distância total de 576 Km.

O recorde brasileiro de Eduardo Fernandes também constituiu o novo recorde Sul-Americano da modalidade e, cabe destacar, é o voo mais longo já realizado de uma decolagem de montanha em todos os tempos, em nível mundial. Para dar uma melhor dimensão ao feito de Eduardo Fernandes, nota-se que, ao contrário dos recordes obtidos em voos a partir de Zapata, os quais sempre são realizados com ajuda de avião rebocador durante a decolagem até uma altitude inicial limite de 800 metros acima do solo, a rampa natural para decolagens de Tacima tem apenas cerca de 150 metros de desnível, o que faz do início do voo um momento crítico e muito difícil.  
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