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Foto: Divulgação
                                                          
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Moradores de Lagoa do Mato, em Itatira, reclamam de fofocas


Quinta-feira, 18 de janeiro de 2018     Atualização: 04:38

Fofoca incomoda e existe em várias comunidades do município de Itatira. Seja em conversas na pracinha, na rua, seja no ambiente de trabalho, entre familiares e até nas redes sociais, como sites como Facebook e aplicativos como WhatsApp. Mas esse hábito de muitos itatirenses nem sempre é bem visto. Moradores do distrito de Lagoa do Mato, em Itatira, reclamam do excesso de fofocas.
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Nas redes sociais, a fofoca é comum entre internautas de Itatira que se dividem em falar da vida alheia, inventar boatos ou espalhar boatos maliciosos de outra pessoa. Tudo é motivo de fofoca, o que deixa muitos internautas extremamente chateados. “A fofoqueira nem pra fazer fofoca presta. Devia pelo menos aprender a fofocar. Fica inventando mentiras de mim”, disse um internauta extremamente revoltado.

Muitos moradores que já viveram em cidades maiores como Fortaleza, Rio de Janeiro ou São Paulo, lamentam a realidade do distrito. "Já morei em Fortaleza e la ninguem tem tempo de sentar nas calçadas falando da vida alheia não. Acho se os moradores daqui gastassem mais seu tempo trabalhando, estudando ou cuidado da sua vida, esse municipio e a vida deles iria mais pra frente", disse uma jovem.

“A fofoca sempre tem um fundamento que seja perturbar alguém. Nunca vi um povo da lingua tão grande”, diz uma outra moradora do distrito de Lagoa do Mato vitima de fofoca. "Já inventaram que eu tava gravida. Depois falaram que eu tinha tirado o menino. Tudo mentira. Tem fofoqueira que nem pra fofocar presta", diz.

"Tem gente que mim chama de gay. E o que é que o povo tem haver com isso? O c.. é meu, a pi... é minha e faço com eles o que eu quiser. Agora deu mesmo. Xô fofoqueira!", diz um rapaz.

No distrito, é quase impossível ninguém ter sofrido com um comentário malicioso de alguém. O problema é que muitas vezes as conversas sobre a vida alheia acabam extrapolando, passando dos limites, e os boatos acabam virando calunia, que é quando são espalhados que boatos de que a pessoa cometeu algum crime. “Principalmente aqui, não sei se não dei sorte, mas é uma fofocaiada que não tem tamanho. Você percebe que é tudo coisa maldosa”, reclama um morador do distrito de Lagoa do Mato. "Ja joguei sal na porta da minha casa, mas não adiantou", reclama.

Até gente que não gosta de falar da vida alheia já sofreu com as maldades e a fofoca se transformou em calúnia. Uma mulher afirma que alguns moradores começaram a espalhar pelo distrito que ela estava roubando dinheiro da casa onde trabalhava como domestica. "Fiquei revoltada. Fui tomar satisfação e a pessoa negou na minha cara. Tem gente que além de fofoqueira é covarde. Não assume a calunia que inventou", diz.

Segundo um advogado, quem é vitima de fofoca pode pedir esclarecimento e retratação. “Tem que pedir retratação para a pessoa explicar o que queria dizer. Isso também atrapalha a vida profissional, financeira da pessoa. Por isso importante entrar com ação na justiça por difamação ou até mesmo calunia”, diz.

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