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Homem mata amante grávida para não assumir paternidade de criança

A mulher mostrou a ele uma caixinha na qual havia uma roupa de bebê e um resultado positivo de teste de gravidez.

06/02/2022 23h34 Atualizada há 2 meses
Por: Itatira NEWS

O técnico em informática Gabriel Henrique Santos Souza Masioli, de 28 anos, suspeito de matar a companheira grávida para não assumir a paternidade, revelou à polícia que aplicou um golpe de “mata-leão” na vítima enquanto os dois estavam deitados, de “conchinha”, na cama. Conforme o suspeito, filho de pastor evangélico, Antonieli pediu para conversar com ele sobre um assunto urgente, que não poderia ser falado ao telefone. O casal, então, combinou de se encontrar numa casa alugada. Lá, ainda segundo o relato de Gabriel, a companheira mostrou a ele uma caixinha na qual havia uma roupa de bebê e um resultado positivo de teste de gravidez. A mulher, em certo momento da conversa, teria dito que ficaria com o filho e não esconderia a paternidade.

Depois, Gabriel pediu para ver novamente Antonieli depois do expediente. Na casa alugada, a companheira teria perguntado se ele assumiria a criança e ele, “em choque”, teria pedido para responder depois, quando conversasse com sua esposa sobre o caso extraconjugal. Nesse dia, o casal teria ficado de “conchinha” na cama. Foi quando, nas palavras do suspeito, ele teria tido “uma crise [de ansiedade]” e cometido o assassinato. “Ela estava deitada no meu braço esquerdo, de costas pra mim, quando, do nada, dei um ‘mata-leão’, imobilizando também com as pernas. Ela se debateu e lutou contra a própria morte”, relatou o suspeito. No entanto, apesar de, em determinado momento, ter ficado desacordada, Antonieli ainda não havia morrido. Quando percebeu isso, se dizendo “desesperado”, Gabriel foi até a cozinha, pegou uma faca e golpeou o pescoço da vítima. Antonieli foi encontrada morta na cama na manhã seguinte por familiares que, preocupados por ela ter faltado ao trabalho e não responder mensagens, foram à casa.