Urbano MACONHA E COCAÍNA

Uso de drogas por jovens é cada vez mais comum em Itatira

Escolas da rede pública de ensino do municipio de Itatira realizam frequentemente palestras para falar sobre drogas.

17/04/2020 23h53 Atualizada há 3 meses
Por: Itatira NEWS

A entrada de adolescentes e jovens no mundo das drogas é cada vez mais comum no município de Itatira. Em comunidades da zona rural do municipio de Itatira moradores também relatam que também houve alta. "Muitas desses adolescentes os pais nem sabem que usam drogas. Eles encontram nas drogas o refúgio para esquecer as condições em que vivem e sentir prazer", diz uma moradora do distrito de Lagoa do Mato. Uma moradora do distrito de Lagoa do Mato disse que o uso de drogas também é feito por pessoas de condições altas."As drogas como a maconha e cocaína não atinge apenas a camada mais carente do municipio de Itatira. Nas classes média e alta do municipio de Itatira o uso de cocaína e maconha vem aumentando", diz a moradora de Lagoa do Mato.

Escolas da rede pública de ensino do municipio de Itatira realizam frequentemente palestras para falar sobre drogas. A ideia é mostrar aos estudantes, principalmente adolescentes, como as drogas podem prejudicar a vida familiar, a saúde, o desenvolvimento. "Temos que oferecer palestras sobre drogas, para que eles resistam", disse a diretora de uma no distrito de Lagoa do Mato. "Muitos adolescentes vão as ruas e têm o primeiro contato com as drogas. A partir daí, eles começa a fazer uso cada vez mais freqüente delas", diz uma moradora do distrito. Muitas crianças e adolescentes de Itatira não se envolvem com drogas e têm consciência que elas causam problemas, pois têm uma base familiar que lhe serviu de exemplo. “Temos em Itatira o grupo de adolescentes que não se envolvem com as drogas porque tiveram gerações anteriores que lhes serviram de exemplo. E eles sabem que se se envolverem com as drogas, isso vai afetar o rendimento e o trabalho deles. Em geral, têm uma história de escola, alguns freqüentam a escola, têm vínculos de família um pouco mais preservados”, diz.