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Boa Viagem NOVO DECRETO

Prefeita de Boa Viagem proíbe moradores de sair às ruas sem “justificativa essencial”

A prefeita estabeleceu ainda multa de R$ 100,00 para os moradores que descumprirem o decreto.

10/05/2020 16h12 Atualizada há 2 semanas
Por: Itatira NEWS

A prefeita de Boa Viagem, Aline Vieira, proibiu, através de decreto, pessoas de andarem nas ruas do municipio sem "justificativa essencial". O decreto começou a entrar em vigor no sábado (9) e segundo a prefeita tem o objetivo de evitar a propagação do coronavírus no municipio. Ao todo o municipio já possui 20 casos confirmados e duas mortes de moradores confirmadas provocadas pelo vírus. A prefeita só passou a permitir o deslocamento de moradores para outras atividades se for por motivos extremamente necessários e justificado. A policia militar, guarda municipal e outros órgãos públicos irão monitorar o fluxo de pessoas pelas ruas e realizar a abordagem. A prefeita estabeleceu ainda multa de R$ 100,00 para os moradores que descumprirem o decreto. A prefeita também declarou calamidade pública no município.

No decreto assinado pela prefeita somente podem circular pelas ruas de Boa Viagem quem vai adquirir bens e serviços em farmácias, supermercados e outros estabelecimentos que forneçam itens essenciais a alimentação. Também podem circular pelas ruas quem tiver que se deslocar por motivo de saúde, como para obter assistência em hospitais, clinicas, postos de saúde e outros estabelecimentos de saúde. Quem tiver que se deslocar para agências bancárias também poderá sair de casa. Quem for desenvolver algum trabalho “essencial” também poderá sair de casa. Quem for procurar serviço médico, veterinário, comprar materiais de trabalho, ir em órgãos públicos como delegacias e unidades judiciárias, também poderão circular pelas ruas.

Quem trabalha fazendo entregas também poderá sair de casa pelo novo decreto. Agentes públicos, profissionais de saúde e outros setores considerados “essenciais” no enfrentamento do vírus também poderão circular. Quem precisa prestar assistência a idosos, crianças ou pessoas com portadores de deficiência ou que necessite de cuidados especiais também poderá sair nas ruas. Quem precisa realizar missão institucional ou funcionários de restaurantes que trabalhem com serviços de entrega também poderão sair nas ruas. Funcionários que forem prestar algum serviço social a pessoas mais vulneráveis também poderão deixar suas casas.